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Sexta-feira, Julho 18, 2008


O trânsito e a poluição



O foco principal deste episódio é a poluição e o tempo perdido no trânsito, passando pela reflexão sobre a possibilidade de dar caronas visando diminuir o número de veículos diários, bem como as dificuldades do poder público em colocar ordem no caos das grandes cidades quanto ao tráfego intenso e segurança.

Os apresentadores do programa acompanham um dia normal de pessoas que usam bicicleta, carro e transporte coletivo para trabalhar. São abordados os problemas e as gratificações do ciclista, que deve tomar muitos cuidados para andar de bicicleta numa cidade grande como São Paulo. Todos sofrem com a falta de respeito no trânsito, desde o motoqueiro, o condutor de um carro, o biker e o pedestre. Para tentar organizar essa bagunça, um funcionário da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego, SP) tenta colocar ordem e conversa sobre os desafios de se fazer cumprir a lei.

Morar próximo do trabalho, da escola e das outras atividades do dia, pode ser uma solução para melhorar a qualidade de vida de uma família. Porém, ações isoladas certamente não garantem a solução para as cidades, que ainda precisam de investimento no transporte coletivo, incentivo para a utilização de combustíveis menos poluentes e renováveis, dar mais segurança ao cidadão, entre vários outros aspectos.

Há uma cartilha www.polis.org.br/publicacoes_interno.asp?codigo=194 sobre Mobilidade Urbana e Desenvolvimento Urbano que aborda a sustentabilidade. É resultado de uma parceria entre o Instituto Pólis e o Ministério das Cidades www.cidades.gov.br


Carol Piccin Silberberg
Gestora Ambiental
Sócia-Diretora da Sistema Assessoria Ambiental


Um Mundo pra Chamar de Seu
Todas as sextas-feiras, às 21h30
Horários alternativos: sábados, às 5h30 e às 13h; quartas, às 18h30; e quintas, às 13h30


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Sexta-feira, Julho 18, 2008


Quiz Celebridades GNT Fashion



Pergunta 1: Qual estilista é filha de um Beatle?
Ajuda da Lilian: Ela se recusa a usar couro e pele em suas criações e tem uma linha de roupas esportivas
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Pergunta 2: Qual estilista japonês esteve no Brasil no último São Paulo Fashion Week?
Ajuda da Lilian: Ele vendeu sua marca em 1993 e se desligou dela em 1999.
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Pergunta 3: Quem criou o vestido de noiva da personagem Carrie no filme “Sex and the City”?
Ajuda da Lilian: Ela inventou o estilo punk e veio ao Brasil em janeiro
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Pergunta 4: Qual estilista tem como marca registrada campanhas sensuais e polêmicas fotografadas por Terry Richardson?
Ajuda da Lilian: Ele tirou a Gucci da falência e é um dos homens mais bonitos do mundo da moda.
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Pergunta 5: O que é hi-lo?
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Pergunta 6: Qual estilista usou Victoria Beckham em sua campanha?
Ajuda da Lilian: Ele emagreceu muito e também é diretor criativo da Louis Vuitton
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GNT Fashion
No ar quarta-feira, às 22h
Horários alternativos: quintas, às 9h30, sextas, às 4h e às 14h30, sábados, às 9h, às 22h e às 4h30, domingos, às 16h


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Quarta-feira, Julho 16, 2008


A Construção Civil Rumo à Sustentabilidade



A sustentabilidade está sempre em busca de melhorias de desempenho nas ações práticas de uma atividade ou serviço, observando as necessidades locais e toda a rede de relacionamento que se forma. A indústria da construção civil está seguindo este caminho?

Devemos lembrar que somos parte de uma sociedade, mercado, cidade, estado, país. Junto conosco estão os outros profissionais, arquitetos, engenheiros, proprietários de terrenos, consultores, construtoras, incorporadoras, pesquisadores, governos, entre outros. Todos nós temos o legado de diminuir os impactos ambientais gerados pela construção civil. E essa responsabilidade deve ser compartilhada com todos os envolvidos.

Assim, para começar a trilhar esse caminho deve-se tomar conhecimento quanto aos importantes aspectos socioambientais da construção civil para que possamos desenvolver estratégias visando evitar e diminuir os impactos negativos. Conhecendo o organograma e os processos da própria atividade, já é um bom começo para se fazer uma listagem do que está consumindo muita energia e água, do que precisa encaixar na legislação, ou mesmo descobrir alguma ação positiva que deva ser passada adiante.

De fato a construção civil tem grande impacto na economia, na sociedade e no planeta. Mas isso pode ser diminuído com práticas sustentáveis. É isso que o 2o episódio do Mundo pra Chamar de Seu – irá mostrar. Edifício mais sustentável, como reformar com menos impacto e a felicidade em canteiro de obra. Já viu operário feliz, cantando e tocando violão quando vai comprar material? Ou será que neste caso ele canta pros males espantar?


Carol Piccin Silberberg
Gestora Ambiental
Sócia-Diretora da Sistema Assessoria Ambiental


Um Mundo pra Chamar de Seu
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Terça-feira, Julho 15, 2008


Dicas de viagem

Numa viagem, geralmente os hábitos se repetem e ainda há o desafio de tentar gerar menos impactos quando se está próximo da natureza, como na praia.

Pensando no trajeto, o carro é um meio de transporte bem utilizado para viajar. Um carro mal cuidado pode consumir 50% a mais de combustível e produzir 50% mais o gás carbônico, CO2. Quanto mais pesado estiver o carro, mais combustível vai gastar. O combustível álcool é menos poluente por ser uma fonte de energia renovável. A ONG Iniciativa Verde nos ajuda a entender a nossa contribuição para a poluição do planeta com a calculadora de CO2 e dá diretrizes de como diminuir as emissões de CO2. www.iniciativaverde.org.br . É possível fazer seus cálculos conforme o transporte e o combustível que utiliza.

Desperdício durante as paradas de sua viagem

A parada no posto de gasolina e no restaurante nos remete ao consumo e as embalagens. Lá chegando o carro já estava cheio de embalagens vazias de salgadinhos que a família comeu. É interessante verificar se a comunidade próxima do posto realiza a coleta seletiva de lixo que encaminha para a reciclagem. Caso contrário, é melhor levar de volta para que você dê esse destino.

Curiosamente (e incoerentemente) o lixo nos leva a outro assunto, o desperdício. Tanta coisa jogada fora e ao mesmo tantas pessoas carentes de comida saudável, de renda e de educação.

Pessoas “ricas” e alimentação “pobre”. Muitas famílias possuem problemas de saúde em decorrência da má alimentação. Frutas e verduras não estão no cardápio da maioria. Neste site é possível saber mais sobre esse assunto e ter idéias de como usar cascas e sobras de comidas antes de pensar em jogar fora: www.alimentacaosaudavel.org

Na linha de que tudo pode ter seu ciclo de vida prolongado, é possível fazer uso dos restos de comida e misturar com resíduos orgânicos para fazer adubo. É a compostagem doméstica. No episódio o Caio ensina a fazer a compostagem com folhas, serragens e restos de alimentos. Os resíduos se decompõe pela ação dos microorganismos, por isso a necessidade de mexer de vez em quando para aerar. Para se ter uma idéia, no Brasil os resíduos orgânicos representam 60 % do lixo urbano, muito disso é desperdício de comida. (dois sites portugueses ensinam sobre a compostagem: www.zeroresiduos.info e www.confagri.pt )

E mais uma dica: é possível reaproveitar absorvente?




Carol Piccin Silberberg
Gestora Ambiental
Sócia-Diretora da Sistema Assessoria Ambiental


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Segunda-feira, Julho 14, 2008


Turista e o Lixo



O turismo impacta o meio ambiente pois é o homem interagindo com a natureza. E é o homem visitando algum lugar que não é dele... Ou é? A praia é de todos ou é de quem mora ali? Qualquer bem natural é de todo mundo, literalmente, e por isso deve ser cuidado para que todos possam usufruir. Portanto, quem deixa lixo na praia, por exemplo, não está preocupado nem como ele e nem com o próximo.

Os maiores problemas enfrentados no litoral brasileiro são a falta de tratamento de lixo e esgoto, falta de educação e lixo nas praias, desmatamento de área de preservação, entre outros. O lixo é o problema principal e é diretamente relacionado com a nossa atitude. Embalagens devem ser jogadas no lixo. De preferência em coletores separados que vão para a reciclagem. Nós separamos e podemos até reutilizar, mas a reciclagem é quando há a transformação do material.

No site do Cempre (www.cempre.org.br) há informações sobre cada material e o que se pode fazer com eles para não jogar fora e proporcionar o ciclo de vida do lixo utilizado como produto (reutilizando ou reciclando). Lá encontra-se o tempo de decomposição de garrafas pet e sacolinhas plásticas no mar, por exemplo, o que passa a servir de alimento a animais marinhos que não conseguem identificar a diferença entre a sujeira e o alimento. O episódio da Viagem `a Praia mostra o trabalho do Projeto Tamar (www.projetotamar.org.br) que procura cuidar principalmente das tartarugas e do ambiente marinho.


Carol Piccin Silberberg
Gestora Ambiental
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Sexta-feira, Julho 11, 2008


Convivendo em Sociedade



A família do Caio nos ensina a impactar o menos possível na natureza, com ações simples como a coleta de lixo, uso dos resíduos domésticos orgânicos para fazer adubo, horta para alimentação própria, entre outros. O interessante é que não é só dentro de casa que eles fazem isso, eles passam o aprednizado adiante. Eles fazem parte da ASSU, a Associação Socioambientalista “Somos Ubatuba” (www.assu.org.br), onde a comunidade civil se une para transformar idéias em prática em prol da cidade onde eles vivem.

O objetivo é fazer com que os cidadãos participem ativamente e não fiquem “só falando ou reclamando”.

Mais do que mostrar essa associação, a intenção aqui é dizer que quando buscamos entidades de classe, associações ou organizações que representam nossos interesses e princípios, estamos participando também da política. Não dá para deixar tudo na mão do governo, nem deixar a culpa para os problemas apenas para ele. Como fazer para cuidar da serra do mar, por exemplo, se tem 5 ou 6 fiscais do governo para cuidar de lá? Os moradores também podem tomar conta.

A Comunidade Emaús (www.emaus.org.br) também serve de exemplo. Pessoas que vivem na rua ou eram marginalizadas são recebidas nesta comunidade que aflora por todo o país. Objetivando resgatar a dignidade humana e trazer novas perspectivas de vida, a educação e o trabalho são o foco desta comunidade. As famílias cuidam do próprio lixo e obtém renda a partir dele, tratam o esgoto e usam adubo e água depois, plantam seus próprios alimentos e, principalmente, resgatam o valor que tem de ser humano.

Carol Piccin Silberberg
Gestora Ambiental
Sócia-Diretora da Sistema Assessoria Ambiental


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Quinta-feira, Julho 10, 2008


Sol e Camada de Ozônio





O programa Operação Praia Limpa é uma parceria entre jovens, ONGs locais e Secretarias Municipais do Meio Ambiente, que consiste em educar os banhistas em retirar seu lixo da praia quando for embora. Geralmente esses voluntários conversam não apenas sobre o problema do lixo, mas também sobre a pesca desenfreada (nós perguntamos de onde vem o peixe que comemos? E de que maneira ele foi pescado?) ou sobre a necessidade de proteger a pele com protetor solar pois o sol está muito forte ultimamente.

Aliás, o sol está forte porque a camada de ozônio que nos protegia está com alguns buracos devido aos gases de efeito estufa (gee’s) aqueles que causam também aquecimento global (os mais conhecidos: CFC, CO2, metano). São os mesmos gases gerados pela gasolina e diesel, por exemplo. Segundo o INPE (Instituto de Pesquisas Espaciais) a camada de ozônio do Brasil não está tão esburacada assim como os países de primeiro mundo, mas os incidentes de câncer de pele estão aumentando. Alguns sites interessantes que discorrem sobre o problema didaticamente:

www.aquecimentoglobal.tudosobre.org e o do próprio IPCC (painel intergovernamental de mudanças climáticas).

Carol Piccin Silberberg
Gestora Ambiental
Sócia-Diretora da Sistema Assessoria Ambiental


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Segunda-feira, Julho 07, 2008


A mulher brasileira
Eliza Capai




Ah, como é bom ser brasileiro pelo mundo! Os nossos estereótipos samba e futebol são citados de cara e seguidos por um sorriso. Somos vistos como pacíficos, simpáticos, alegres, craques... Mas quando o artiguinho de gênero muda, ás vezes a coisa descamba.

Depois de mencionado o revelador “brasileña” raras são as vezes em que o senhor interlocutor não dá uma examinadinha extra do pescoço ao joelho, do joelho ao pescoço e repete com um sorrisinho malicioso ­- quase nojento: “aahhh… brasileña…” Aqui na Nicarágua onde as nossas novelas são sucesso as pessoas conhecem um pouco mais do Brasil e a conotação “brasileira” fica mais ampla (agora esta no ar a mini série Amazonia: adoro quando eles perguntam do Chico Mendes e da floresta). Mas não sei se por falta de sorte ou se é porque é assim mesmo, no Panamá me irritei algumas vezes.

A nossa refêrencia por lá são as maravilhosas beldades desnudas do carnaval carioca. Ou seja, o imaginário é que sim, andamos todas peladas de segunda a segunda! Num dia de pouca paciência perguntaram se lá – aí – todo mundo anda como veio ao mundo: “Sim! Hoje é o primeiro dia em que uso roupa”, respondi com pouca educação. Mas quando não estou de TPM (rere) argumento que este carnaval que passa na TV, das escolas de samba, é uma das formas de nosso carnaval. Que onde eu vou sambar, por exemplo, as pessoas usam roupas normais. “Verdad?” Ainda no Panamá, num posto policial, um dos fardados me disse: “Vou deixar minha mulher aqui para ir para o carnaval no Rio”. Comecei meu discurso-quase-feminista de que ele deveria levar a mulher e esqueci completamente que estava num posto policial onde vistoriavam meu passaporte e dos outros gringos que não entendiam nada de espanhol – e fizeram uma cara estranha quando viram o tom da conversa subir. No final anotaram o número do passaporte, “brasileña” e me liberaram rápido. Enfim, as vezes enche o saco ser tratada como bunda mas há situações em que a fama de gostosonas calientes pode ser útil, sejamos sinceras… Bem, e todo mundo que viajou um tempinho afuera tem uma boa história de mulher brasileira, né não? Quando foi que você se irritou ou se deliciou por ser uma brazilian girl, an?

Saia Justa
Todas as quartas, às 22h30
Horários alternativos: nas quintas, às 4h, 10h e 14h, nos sábados, às 23h e às 5h, e nos domingos, às 10h30.

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Sexta-feira, Julho 04, 2008


Como tudo começou



Tudo começou quando a produtora Mutante Filmes me chamou para prestar consultoria ambiental para um programa que falaria sobre sustentabilidade. Juntou a idéia, o veículo, as profissões, o que resultou no Mundo pra Chamar de Seu.

Sou sócia-diretora da Sistema Assessoria Ambiental, uma empresa prestadora de serviços voltados para a sustentabilidade empresarial. Temos uma equipe com multiprofissionais, pois assuntos socioambientais não são isolados e conversam com diversas áreas e expertises.

Um exemplo disso é o primeiro episódio, que é sobre uma viagem em família onde o destino é a praia.

Logo no começo já há uma relação entre as atividades do dia-a-dia e o impacto no meio ambiente, como uso da água do chuveiro, lixo gerado em casa, desperdício de comida, embalagens em excesso, combustível poluente, entre outros.

Vários assuntos são abordados no meio do caminho como coleta seletiva e reciclagem, lixo e os animais marinhos, como uma comunidade se sustenta e ainda tira pessoas da rua resgatando a dignidade humana, etc. Há um encontro entre duas famílias, onde uma delas ensina a praticar a sustentabilidade e aprendemos como fazer uma horta orgânica, como não gerar lixo, como fazer adubo com os restos de comida e folhas secas, até absorvente feminino é feito artesanalmente.

Carol Piccin Silberberg
Gestora Ambiental
Sócia-Diretora da Sistema Assessoria Ambiental


Um Mundo pra Chamar de Seu
Todas as sextas-feiras, às 21h30
Horários alternativos: sábados, às 5h30 e às 13h; quartas, às 18h30; e quintas, às 13h30


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Quinta-feira, Julho 03, 2008


Um Mundo pra Chamar de Seu



Você pode dizer que tem um mundo para chamar de seu? Você cuida da sua casa, o planeta terra?

Você está percebendo que algo está acontecendo, que as mudanças climáticas estão causando estragos, que as pessoas e a natureza estão pedindo ajuda...e não sabe muito bem o que fazer? Quer dividir suas idéias?

Então esse é o programa certo para você. Serão 13 episódios que trarão dicas de como continuarmos com nossas vidas sem agredir tanto assim o planeta. E o programa mostrará que há luz no fim do túnel, não estamos sozinhos e tem gente fazendo coisas que dão certo e são próximas da nossa realidade.

Cada episódio traz um tema diferente, como viagem, convivência em condomínio, reforma em casa, vida no escritório, trânsito na cidade, festa, entre outras situações que todos nós vivemos. E dá para impactar menos o meio ambiente continuando a fazer tudo isso, sem ser eco-chato? Sim, e com pequenas ações.

Chamar de seu, para nós, significa cuidar. Cuidar do seu corpo, da sua casa, da sua cidade, da sua rua, das pessoas que estão a sua volta, do mundo que você vive. Porque ele está em sinergia com você. Você cuida dele e ele cuida de você. Ação e reação.

Nosso objetivo não é puxar orelha de ninguém, nem apontar o dedo. É aprendermos juntos como podemos melhorar e passar adiante nossos conhecimentos. Compartilhar.

Para começar a perceber as atividades do dia-a-dia mais impactantes, vale a pena fazer o cálculo da pegada ecológica. É um índice de sustentabilidade. É possível medir os hábitos de consumo e convertê-los em hectares de terra necessários para manter esse estilo de vida. Saiba mais sobre esse assunto e faça o cálculo da sua pegada ecológica pelo site: www.pegadaecologica.siteonline.com.br e Redefining Progress em http://www.rprogress.org

Carol Piccin Silberberg
Gestora Ambiental
Sócia-Diretora da Sistema Assessoria Ambiental


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